Circular
por aqui, ali, no ar.
Quantos escritos já não descreveram esse momento
enquanto inspiras e repetes o som do esquecimento?
Espero.
Olho.
Contemplo.
Para além de teu sono, carregas todo o onirismo que te é possível,
caminhas por estradas por ti criadas
e, não reconhecendo delas ser parte,
te sopro cores e te faço arte.
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