Se é para se ter plumas, que sejam das que inflamam.
Corre sob elas a vida, quente como lava.
Contempla o sagrado..! Eis a Deusa pulsando no pássaro rubro.
Em seu ápice existencial explode cinzas, queima em brasa lenta o amor divino que não se pode apagar.
Força linda transbordante que renasce, fumegante.
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