A ida de alguns me foi um ótimo exercício de desapego. Olho pro lado, sem esperar muito dos outros, meio solta por aí. Posso ir e vir sem estar presa demais às coisas.
Não tenho me importado muito com aparência, ironicamente justo enquanto tomo aulas de corte e costura.
Não tenho me importado muito com o que vão dizer, estou deixando que digam... com ou sem palavras, continuo viva.
Não tenho me importado em me permitir. Aliás, esse deve ser o maior motivo do meu crescimento no último ano. Bom ou mau, o importante é que me sinto bem.
Sei que meu Marte em Escorpião me concede a graça de viver bem em grupo e/ou sozinha.
As experiências interpessoais que tive, por mais nova que eu ainda seja, já começaram a me ajudar a tirar as vendas dos meus olhos, pra que eu pudesse ver que é ruim, mas nem tanto, ver-me sem companhias que antes se faziam tão presentes.
Quero-as perto, sim, sempre as quis. Se pudesse, abraçaria-as pra sempre. Mas finalmente descobri que posso me abraçar, também.
O que é belo sempre produz obelo. "Terminar o momento, encontrar o final da jornada em cada passo do caminho, viver o maior número de boas horas, é sabedoria."
ResponderExcluirLinda, muito linda sua mensagem.